OMS: “Imunizantes não impedirão o avanço de uma segunda onda”

Prezados (as) amigos(as) propagandistas. É compreensível que as pessoas estejam cansadas da pandemia, mas devemos manter rigorosamente os cuidados e não podemos relaxar nas medidas de prevenção como usar máscara, manter a higiene das mãos e superfícies, evitar aglomerações e não ficar a menos de um metro de outras pessoas.

Além disso é fundamental termos a consciência que apesar das diversas vacinas que estão para ser aprovadas, isto não significa que não estamos correndo mais riscos, já que estamos diante de uma eminente segunda onda de contágios.

Diante da divulgação de vários resultados positivos de candidatas a vacina contra a covid-19, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou os imunizantes não estarão disponíveis a tempo de erradicar a segunda onda do novo coronavírus.

O alerta foi feito ontem por Michael Ryan, diretor de Emergências da organização internacional. “Acho que teremos que esperar entre quatro e seis meses antes de atingir qualquer nível significativo de vacinação”, estimou.

“Muitos países estão passando por essa onda e vão superá-la sem vacinas. Se aplicarmos as vacinas, mas esquecermos o resto, a covid-19 não será eliminada.”

Michael Ryan salientou ainda que, apesar dos dados animadores sobre eficácia, as vacinas não são “uma fórmula mágica” que acabará com a pandemia.

“Temos que entender e assumir que precisamos subir o morro, por enquanto, sem vacinas”, alertou. A agência das Nações Unidas tem se posicionado da mesma forma diante das divulgações sucessivas sobre resultados de vacinas nos últimos dias.

Na semana passada, a Pfizer e a BioNTech anunciaram que a fórmula desenvolvida por eles têm eficácia superior a 90%. Em seguida, o Instituto Gamaleya, responsável pela vacina russa Sputnik, anunciou a taxa de 92%.

Já na última segunda-feira, a empresa Moderna informou que sua fórmula contra a covid-19 é 94,5% eficaz. Os resultados têm sido divulgados aos poucos, sem a publicação em revistas científicas, e impulsionado o mercado de ações das empresas responsáveis pelas pesquisas.

Fonte: Correio Braziliense

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