EM ALTA: Venda de polivitamínicos e medicamentos para saúde mental dispara nos últimos meses.

DEMANDA POR POLIVITAMÍNICOS ESVAZIA PRODUTO NAS FARMÁCIAS

Depois do álcool em gel e das máscaras descartáveis, o mais novo produto que começa a desaparecer das prateleiras das farmácias são os polivitamínicos.

A crescente demanda por polivitamínicos em razão da Covid-19 vem comprometendo o abastecimento do varejo farmacêutico. As informações são da Folha de S.Paulo.

O veículo realizou um levantamento com 20 farmácias e drogarias da Grande São Paulo e os estabelecimentos já não tinham a versão mais completa do polivitamínico Centrum em estoque.

Segundo testemunhos de farmacêuticos e balconistas, a procura disparou principalmente a partir de novembro.

A divisão de Consumer Health Care da GSK, responsável pela produção do Centrum no Brasil, informou em nota que o produto está com atraso nas reposições de estoque.

A empresa confirma, ainda, que houve aquecimento na categoria de multivitamínicos.

Porém especialistas argumentam que a venda desses produtos não atuam diretamente contra gripes, resfriados e outras infecções virais como a Covid-19.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos já publicou um alerta sobre a ineficácia dessas fórmulas no tratamento da doença.

PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS PARA SAÚDE MENTAL AUMENTA 45%

A prescrição de medicamentos para a saúde mental, incluindo problemas como ansiedade, depressão e transtorno bipolar, aumentou 45% durante a pandemia da Covid-19.

As informações são da Folha de S.Paulo, com base em dados da gestora de serviços de saúde Heads In Health.

No período de janeiro a dezembro do ano passado, a prescrição da clozapina 25 mg teve incremento de 82% na comparação com os mesmos meses de 2019.

O medicamento é indicado em casos de transtorno psicótico,

Outro exemplo é a quetiapina 25 mg, voltada a pessoas com transtorno bipolar e esquizofrenia, cujo crescimento foi de 71%.

A lamotrigina 50 mg, medicamento contra a alteração de humor, registrou alta de 65%

Fontes: Folha de São Paulo e Panorama Famacêutico

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